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Carris e o apoio às artes

A Carris sente-se à vontade em apoiar a cultura em suas diversas manifestações, desde o folclore gaúcho, financiando o Piquete Herança Pampeana na Semana Farroupilha, até a universal festa natalina, já há 10 anos colocando em circulação um ônibus especialmente decorado para a data. Sem esquecer a literatura, por meio dos Poemas nos Ônibus, e o teatro, incentivando o grupo Sombra & Ação, formado por funcionários. O cinema também tem o apoio da companhia: ônibus da Carris foram cedidos gratuitamente para figurar nos filmes O Homem que Copiava, de Jorge Furtado; Cão sem Dono, de Beto Brant; Ainda Orangotangos, de Gustavo Spolidoro, e Quase um Tango Argentino, de Sérgio Silva.

A música tem espaço garantido no cardápio cultural da Carris. Afinal, com tradição não se brinca: nos anos 30, a empresa organizou uma banda de jazz que fez história em Porto Alegre. Ex-funcionários da empresa daquela época se tornaram grandes mestres da MPB: o condutor de bondes Pedro Raymundo, pioneiro a fazer sucesso nacional com a música regional gaúcha, e o aprendiz de mecânico Lupicínio Rodrigues, que imortalizou o gênero dor-de-cotovelo. Em 2006, em homenagem ao centenário de Pedro Raymundo, a Carris organizou uma exposição contando sua vida e obra (veja aqui os painéis: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8). Agradecimento especial para o gaiteiro Waldir Rodrigues, amigo e colega de Raymundo, que colaborou entusiasticamente com a empreitada.

Em 2005, a Carris criou a Oficina de Música para os servidores. Formada por motoristas, cobradores e trabalhadores do setor Administrativo e da Manutenção, a banda da Oficina se apresenta nos eventos internos da empresa e também em eventos externos. Com o objetivo de integrar os funcionários por meio de uma atividade cultural, desenvolvendo as aptidões musicais de cada um, conta atualmente com 15 participantes que ensaiam duas vezes por semana em uma sala da empresa. O grupo - hoje denominado Oficina do Lupi em homenagem a Lupicínio Rodrigues - é coordenado pelo músico Marco Araújo, que tem mais de 100 premiações em festivais do Rio Grande do Sul.

A exemplo da música, o teatro faz parte da história da Carris. O grupo Sombra & Ação surgiu há 13 anos, oriundo de outro grupo teatral, o Pura Arte, mantido desde o início dos anos 80 pelo cobrador Miguel Nunes. O nome do grupo é porque, no início, os participantes atuavam apenas com seus vultos atrás de uma tela. "Assim, economizávamos em figurinos e cenários", brinca Élson Mello Viana, mais conhecido na oficina da Carris como Boca Cheia. Mas o principal motivo de trabalharem com sombras era o acanhamento dos atores principantes. "Ocultos, eles se soltavam mais", relembra o líder do grupo.

Uma apresentação marcante ocorreu há cinco anos, com uma peça inspirada em duas idosas da Sociedade Porto-Alegrense de Auxílio aos Necessitados (Spaan), uma cega e outra cadeirante. "Elas se uniam para superar as deficiências de visão e locomoção, uma ajudando a outra, num belo exemplo de solidariedade". Atualmente vinculado ao grupo Vida que te Quero Verde, o Sombra & Ação é composto por Galvânia Folletto e Sílvio Vieira, do Almoxarifado, e Fernanda Mendes, do Serviço Social. A produção mais recente do Sombra & Ação é o esquete A última viagem do bonde.



              


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